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08/07/2013

Definição dos módulos IPM

Posso agora definir os componentes necessários para se montar a parte de potência do inversor.

Os componentes devem ser adquiridos e a montagem ainda merece alguns cuidados.
Mas já tendo os componentes definidos, fica mais fácil terminar o projeto.

Próximas tarefas à serem feitas:

  • Disparar o Single IGBT CM600HA-24H que já tenho. 
    • Sem o kit do modulo Drive de Gate: BG1A
    • Adquirir o kit do modulo Drive de Gate: BG1A
    • Com o kit do modulo Drive de Gate: BG1A

  • Adquirir o IPM da Mitsubishi: PM300CL1A060. 
    • ( Inversor trifásico de 300A / 600V)
    • Adquirir a interface de controle: BP7B_LB
    • Fazer montagem experimental.
    • Enrolar o motor para baixa tensão.
    • Testar o motor no inversor de 300A.

  • Adquirir o IPM da Mitsubishi: PM600CLA060.
    • ( Inversor trifásico de 600A / 600V)
    • Adquirir a interface de controle: BP6A
    • Fazer a montagem definitiva.
    • Enrolar o motor para alta potencia.
    • Montar o banco de baterias.
    • Testar o motor no carro.
    • Testar o carro na rua.


06/07/2013

Estudo das formas de onda do PWM

A forma de onda no ponto de entrada do acoplador, se parece com isso:


   

     De curiosidade, podemos ver a característica do atraso provocado pelo próprio componente.

Outro dado interessante é o ruido que aparece no topo superior da onda. este ruido pode ser um problema em circuitos analógicos, mas como sinal de entrada em um acoplador óptico, realmente não faz diferença nenhuma, já que na saída deste acoplador, este ruido deixa de existir.

Neste circuito em questão, temos na entrada do acoplador, o anodo ligado em comum e no catodo onde se aplica os pulsos. Então a forma de onda fica invertida com relação à saída.

Aqui podemos ver o sincronismo entre o pulso na entrada e o pulso na saída.


Outra informação relevante é a freqüência destes pulsos:

A freqüência do sinal de disparo dos gates (Vo) é a mesma do sinal de entrada do acoplador, e esta freqüência NÃO É a freqüência do motor indicada no display do inversor. Quando se altera a velocidade do motor, esta freqüência de trabalho não é alterada. Esta freqüência de trabalho é ajustada pelos parâmetros de entrada do inversor. Neste inversor é no parametro A0091 que setei em 2,8Khz.
E é esta a freqüência que irei medir durante toda a mudança da faixa de freqüência do motor.





Isto se deve porque o inversor é um gerador de pulsos modulados em largura. (PWM).
Este inversor produz pulsos PWM nos 3 acopladores ópticos. Cuja freqüência é constante e de largura variável.

O que acontece é que estes acopladores, controlam os gates dos IGBTs, que por sua vez são chaves que ligam e desligam de acordo com o pulso que é aplicado em seus gates.

Se o pulso é fino, o IGBT fica pouco tempo ligado, se o pulso é largo, o IGBT fica um tempo maior ligado.



E estes pulsos estão em sincronismo, fazendo com que sempre APENAS TRÊS IGBTs fiquem ligados AO MESMO TEMPO.

Então o que vemos são os pulsos de dois gates em análise, modificando sua largura ao longo do tempo.
Ora estão do mesmo tamanho, ora um esta maior que o outro. Como são três IGBTs que são controlados, sempre teremos 2 IGBTs ligados, fazendo que seja simulado um campo girante nas bobinas do estator do motor.





O próximo passo será estudar as características do sinal para disparar o gate do módulo IGBT CM600HA-24H para calcular o Resistor de Gate (Rg).